quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dúvida

Companheiros e companheiras.
Todos e todas.
Senhores e senhoras.
Filhos e filhas.
Músicos e músicas?
Ih fiquei na dúvida.  


 


* * * 


Quis brincar um pouco. Consegui? 
Paz e Bem! bjO*

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Um pesamento qualquer em um dia qualquer

Tentarei me mascarar
Pois este mundo quer me matar.
Onde devo ficar?
Se de muitos a vida ele quer  arrancar.
E assim eu permaneço triste,
Não posso fugir dele.
Tenho que conviver com essa infinita falsidade que o permeia.
E muitas vezes eu posso me perguntar:
De onde virá o meu socorro?
Dúvida.
Vejo tanta maldade por aí.
Mas são os momentos de dúvida,
Que me fazem ter a certeza da vitória,
Pois de repente não me vejo mais sozinho.
Ele está comigo agora.
É o meu socorro.
Na verdade sempre esteve.
Nunca me deixou.
Eu que não o percebi.


Nada poderá me abalar
Nada poderá me derrotar,
Pois minha força e vitoria, tens um nome é JESUS.
(Eliana Ribeiro)





sábado, 9 de outubro de 2010

Peculiaridades de um processo pré - durante - escrita

Acho incrível o quanto a escrita me domina, as vezes penso em escrever algo, e quando concluo, vejo que escrevi algo totalmente diferente daquilo que tinha pensado, ou até mesmo vivido. Não sei se entendeu o quis dizer com isso, mas vou facilitar contando o que acontece comigo. Quando escrevo, não são os meus sentimentos que aparecem nos textos, mas sentimentos colhidos de arvores alheias, são frutos pedindo para serem degustados. Bem, essa não é a palavra adequada, diria dissecados. No entanto, pode ser que aconteça diferente, isto é, os meus sentimentos podem aparecer, mas lhe dou uma dica, nunca leia um texto, tentando entendê-lo através de seu autor. Quando assim o fazemos, perdemos muito, pois não olhamos devidamente para o texto, e deixamos de perceber a riqueza que ele traz.

- Permite-me abrir um parênteses?
Não ouvi sua resposta, então decidirei eu. Sim, você pode abrir um parênteses.
- Obrigada.

(Talvez pense que estou bêbada ou louca. Será?! Você pode pensar isso, eu não ligo. Até porque, não é em mim que você tem que se focar, mas no escrevo, é assim que prefiro. Nunca fiquei bêbada, nem nunca vivi um amor de verdade, já amei, mas nunca vivi de fato um amor. Somente paixonites agudas e bem infantis, mas porque estou escrevendo isso? Não sei. Deu vontade).  

Eu me pergunto com acabarei este texto, não sei se esse é o nome que devo chamá-lo. Isso porque, inicialmente era um comentário num blog qualquer, em um dia qualquer, e então  decidi não mais usá-lo como comentário. E agora? O que farei?

 Vi-me agora como Clarisse, uma amiga muito velha e conhecida, conhece-me como ninguém, suas palavras disseram-me isso. Ah, também me vi como Ana, ambas responsáveis pelo momento epifâniaco que tive.   

Passou. Agora o jeito é terminar o que comecei. E então... Acho que acabei. Não há nada mais que eu queira lhes dizer agora. Ops, dizer-lhes?!

Texto que comecei de um jeito, e acabei de modo totalmente inesperado (nem eu esperava que acabasse dessa forma), simplesmente o escrevi. E... Deu nisso. Como disse, a escrita me domina. Beijos.

 Obs. Quis mostrar um pouco do que sinto ao escrever. A extrema confusão, incerteza e  revelação, pois sei que nesse infinito de possibilidades que é a escrita, eu me conheço, me afirmo, e  redescubro.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

História e poesia

Tão diferentes
Tão semelhantes.
O que as torna singular?
A história e a poesia,
Que amam buscar!

O que diria um amigo?
Que estão sempre contigo.
O que diria o inimigo?
Que não sente perigo.

Amigas de anos,
horas conversam.
Embora, segundos pareçam.

Amigas que vivem um dia de cada vez,
Timidez e impetuosidade caracterizam-nas,
Mostrada na poesia e na história de uma vez.

Assim elas vão
Eterna contradição
Religião e Razão.
Completando o ciclo de uma vida sem ciclo.
Vivendo a história e a poesia que as definem.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Mar

Eu vejo o mar
E ele olha de lá
E eu olho de cá
Balançando eu vou
Pelas ondas do mar
Em suas ondas de amor

É água que corre salgada,
Carrega-me, é levado,
Me leva quero me perder, eu encontrar com você.
Sei que posso enganar,
Eu quero mergulhar em você, mar
Sei que posso sofrer
Mas eu quero me envolver.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Meu labor


Olho uma situação
E já estou com a caneta nas mãos
Ou...
Já ligo o computador,
E o telado dá vida ao meu labor.

E nesse momento,
Percebo o que aparece com o vento,
Não vejo, mas exprerimento.

E assim é o meu labor,
Dou vida ao meu, ao seu desamor, amor.
E pelas palavras me faço e vou.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Olho a imagem,
E percebo, essa... é a imagem.
Mas até quando?
Olharei sempre a imagem?
Meus olhos preferem a vida real,
Minhas mãos, um toque natural.
Não quero um amor virtual,
Assim, as relações não passam do normal!

O amor é anormal.
O amor é excepcional,
Então, como posso querer um amor banal?
Um amor virtual?






Obs: não é uma crítica às relações virtuais.